Carboxiterapia

Carboxiterapia

A ação farmacológica do anidro carbônico esta bem estabelecida. O CO2, quando aplicado no subcutâneo promove vasodilatação local com conseqüente aumento do fluxo vascular e o aumento da pressão parcial de oxigênio (pO2), resultante da potencialização do efeito Bohr, ou seja há redução da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio, resultando em maior quantidade deste disponível para o tecido. D’Aniello e colaboradores, do Departamento de Cirurgia Plástica da Universidade de Siena – Itália, demonstraram a ação da terapêutica do CO2, administrado pela via subcutânea, sobre o microcírculo vascular.
Foi evidenciado vasodilatação através da videocapilaroscopia, aumento do fluxo sanguíneo pelo Laser Doppler e o aumento da pressão 2 parcial de oxigênio (PO2) verificada pela via percutânea. Além disso, os dados histopatológicos obtidos por biópsia em pacientes tratados evidenciaram o inócuo do método, já que não há alterações no tecido conectivo (incluindo-se estruturas vasculares e nervosas) com o tratamento.
Lembramos que o gás carbônico é um metabólito normal no nosso organismo e em situações de repouso nosso corpo produz cerca de 200mL/min do mesmo, aumentando em até 10 vezes frente a esforços físicos intensos. O fluxo e o volume total injetados durante o tratamento encontram-se entre estes parâmetros, ou seja, habitualmente na carboxiterapia utilizam-se fluxos de infusão entre 20 e 100 mL/min e volumes totais administrados entre 600 ml e 1 litro (Bartoletti C.A., et al., 1998; Bacci P.A., 2000).
Não existem, na literatura, relatos de efeitos adversos ou complicações, tanto locais (Brandi C, et al.; 1999), quanto sistêmicas (Savin E. et al., 1995; Ochiai R. et al.; 2000). As alterações relatadas, inerentes ao método, limitam-se a dor durante o tratamento, pequenos hematomas decorrentes da punção (realizada com agulha 30 G 1/2 – insulina) e sensação de crepitação no local, resultante do pequeno enfisema subcutâneo formado e que desaparece em media em ate 30 minutos.

Protocolo de Carboxiterapia

Flacidez
No tratamento de flacidez de pele, que é mais comum em abdômen (principalmente no efeito sanfona, gestações e pós-lipoaspiração), face interna de coxas, braços, pescoço, colo, rosto em geral e região da papada, a técnica da carboxiterapia promove aumento do fluxo de sangue para a região, além de estimular a produção de colágeno e fibras elásticas, responsáveis pela firmeza da pele.

Estrias
A injeção do gás é feita superficialmente, diretamente em cada linha de estria, acompanhando seu trajeto, com um fluxo baixo. São realizadas sessões semanais, utilizando o protocolo do Consenso
Ibero Americano de Carboxiterapia.
É um tratamento bastante eficaz no combate às estrias, principalmente quando associado ao uso de peelings, tanto químicos quanto mecânicos (crystal ou diamantado)

Outras aplicações
O CO2, ao ser injetado na pele, estimula um processo de oxigenação tecidual imediata e tardia, com formação de novos vasos sanguíneos e linfáticos. Por isso é amplamente utilizado no
tratamento de doenças vasculares, úlceras venosas e diabéticas, auxiliando na cicatrização de feridas. Apresenta ótimos resultados no tratamento das teleangiectasias, pois age na recuperação do endotélio. O tecido cicatrizado formado possui as mesmas características da pele normal, auxiliando na recuperação de cicatrizes pós-cirúrgicas, seqüelas de queimaduras, cortes e cicatrizes inestéticas.

Associação com outros métodos
Podem ser associados à atividade física e demais tratamentos tais como: limpeza de pele, peelings, preenchimentos (auxilia o resultado e funciona como anestésico), toxina botulínica (melhora a durabilidade do tratamento), laser, corrente russa, endermologia, microcorrentes, radio freqüência e demais procedimentos.
Pode ser ainda associada a tratamentos mais complexos como com a hidrolipoclasia, ou seja, injeção de soro fisiológico com posterior utilização do ultrassom ou ultracavity, em um procedimento denominado de hidriocarboxiterapia.

Protocolos de aplicação de CO2
Os estudos atuais têm mostrado que a aplicação é essencialmente mais “área dependente” e menos “volume dependente”, isto significa que o responsável pela aplicação não deve ficar preso à dosagem e utilizar mais a inspeção do campo de aplicação, verificando a distensão, a crepitação e intumescimento da pele, respeitando sempre a sensibilidade à dor e desconforto.

Protocolo de Carboxiterapia

Flacidez

No tratamento de flacidez de pele, que é mais comum em abdômen (principalmente no efeito sanfona, gestações e pós-lipoaspiração), face interna de coxas, braços, pescoço, colo, rosto em geral e região da papada, a técnica da carboxiterapia promove aumento do fluxo de sangue para a região, além de estimular a produção de colágeno e fibras elásticas, responsáveis pela firmeza da pele.
Estrias

A injeção do gás é feita superficialmente, diretamente em cada linha de estria, acompanhando seu trajeto, com um fluxo baixo. São realizadas sessões semanais, utilizando o protocolo do Consenso Ibero Americano de Carboxiterapia.
É um tratamento bastante eficaz no combate às estrias, principalmente quando associado ao uso de peelings, tanto químicos quanto mecânicos (crystal ou diamantado)

Outras aplicações

O CO2, ao ser injetado na pele, estimula um processo de oxigenação tecidual imediata e tardia, com formação de novos vasos sanguíneos e linfáticos. Por isso é amplamente utilizado no tratamento de doenças vasculares, úlceras venosas e diabéticas, auxiliando na cicatrização de feridas. Apresenta ótimos resultados no tratamento das teleangiectasias, pois age na recuperação do endotélio. O tecido cicatrizado formado possui as mesmas características da pele normal, auxiliando na recuperação de cicatrizes pós-cirúrgicas, seqüelas de queimaduras, cortes e cicatrizes inestéticas.

Associação com outros métodos

Podem ser associados à atividade física e demais tratamentos tais como: limpeza de pele, peelings, preenchimentos (auxilia o resultado e funciona como anestésico), toxina botulínica (melhora a durabilidade do tratamento), laser, corrente russa, endermologia, microcorrentes, radio freqüência e demais procedimentos.
Pode ser ainda associada a tratamentos mais complexos como com a hidrolipoclasia, ou seja, injeção de soro fisiológico com posterior utilização do ultrassom ou ultracavity, em um procedimento denominado de hidriocarboxiterapia.

Protocolos de aplicação de CO2

Os estudos atuais têm mostrado que a aplicação é essencialmente mais “área dependente” e menos “volume dependente”, isto significa que o responsável pela aplicação não deve ficar preso à dosagem e utilizar mais a inspeção do campo de aplicação, verificando a distensão, a crepitação e intumescimento da pele, respeitando sempre a sensibilidade à dor e desconforto.

Protocolo de Aplicação da Carboxiterapia

APLICAÇÃO

GORD LOCAL

Posição da agulha 90 graus .
Fluxo 60-120ml/m.
Tempo aplic médio por puntura 1 a 1 ½ min .
Aplic/semana 2 a 3 X

FLACIDEZ

Posição da agulha 30 graus.
Fluxo 80-150ml/m.
Tempo aplic médio por puntura 1 a 1 ½ min .
Aplic/semana 2x

CELULITE

Posição da agulha 45 graus.
Fluxo 80-150ml/m.
Tempo aplic médio por puntura 1 segundo.
Aplic/semana 3x

BOLSA INFRASUP

Posição da agulha Horizontal só bizel.
Fluxo 80 ml/m.
Tempo aplic médio por puntura 1 segundo.
Aplic/semana 1x

PESCOÇO

Posição da agulha: Horizontal.
Fluxo 80 ml/m .
Tempo aplic médio por puntura 1 minuto.
Aplic/semana 1x

ESTRIAS 
Posição da agulha Horizontal só bizel.
Fluxo 100-150ml/m.
Tempo aplic médio por puntura 1 a 1 ½ min,
Aplic/semana 1 a 2x

 

Ficha de Avaliação